Aldeia da Drave

Drave é uma aldeia desabitada situada a 600m, numa cova entre as Serra da Freita, Serra de São macário e serra da Arada, integrada no Geoparque de Arouca, e cuja primeira referência data do reinado de D. Dinis. É uma aldeia típica em que as casas são feitas de pedra, denominada pedra lousinha, sendo a sua cobertura de xisto, e onde se cruzam três rios.

A aldeia é muito isolada e sem traços de modernidade: não é acessível de carro, e a aldeia mais próxima, Regoufe, fica a 4 quilómetros. Não tem electricidade, água canalizada, saneamento, gás, correio, telefone e a rede de telemóvel é escassa. 

Origem e história

O mais antigo documento onde se encontra uma referência à Drave é a Inquirição dos Reguengos da Beira, nos tempos de D. Dinis (1279 – 1325)

Localização e geografia

A aldeia é isolada, sem traços de modernidade: não é acessível de carro. Não tem eletricidade, água canalizada, saneamento, gás, correio, e a rede de telemóvel é escassa.

Família Martins

A família Martins, das quais há registos na Drave desde 1700, foi uma das famílias mais numerosas da aldeia, e também a última a deixá-la, no ano 2000. Reúnem-se ainda, anualmente na Festa de Nossa senhora da Saúde, que é no dia 15 de agosto e que se continua a realizar todos os anos.

O CNE e a Aldeia

Em 2003 o Corpo Nacional de Escutas abriu na Drave a sua base Nacional da IV, um centro escutista para caminheiros depois de em 1992 ter realizado a atividade 'Rumos da Consciência', em 1993 os 'Rumos do Homem Novo' e em 2001 o 'Rover 2001', atividade na qual se começou a reconstrução da aldeia.